Todas as cidades são iguais
Aço, concreto e pressa
Vandalismo, arte e lixo

Cada cidade é única
Um edifício que se reinventa
impressionantemente colorido
E nos faz olhar para cima

Todas as cidades são iguais
Trânsito, buzina, irritação
E esses preços que só sobem

Cada cidade é única
Histórias guardadas
em tantas esquinas

Todas as cidades são iguais
Para os olhos de cada um

A escolha da música:
Cities, Talking Heads

Quando li esse poema me veio imediatamente a canção do Talking Heads na cabeça. Além de ser uma das minhas favoritas, ela tem essa mesma cadência frenética, de alguém que está procurando um lugar no mundo, um espaço ideal pra viver.

“Find a city, find myself a city to live in…”

A batida funkeada e o compasso bem quebrado compõem a estética inaugurada pela banda chamada de “Art Rock”, por isso, não vejo um nome melhor para inaugurar minha participação por aqui.

Na letra, David Byrne explora com humor as características das cidades, brinca que Memphis é ao mesmo tempo a casa de Elvis e dos gregos antigos, e ao longo do percurso ele vai enlouquecendo, deixando todas para trás.  

No fim das contas, todas têm coisas boas e ruins, e incrivelmente funcionam do jeito que são. Talvez sejamos nós que precisamos nos adaptar, não? [Daniela Ribeiro]

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